Pablo Escobar e o Ciclismo: Parte 2

 

¿Plata o Plomo? Pablo sempre foi um cara de personalidade forte, nunca mediu esforços para que as coisas ocorressem como ele queria. E infelizmente alguns ciclistas acabaram entrando na sua mira.

 

Contamos aqui a algum tempo atrás O dia em que Pablo Escobar quis ganhar um Tour de France. Logo, alguns ciclistas da época, acabaram refens do chefão do narcotráfico.

 

Como vocês já viram no último post que falamos sobre isso, a relação de Pablo com o ciclisto foi muito próxima, ele sempre gostou do esporte. Mas ser próximo e até ter alguma ligação com o ‘Patron’, muitas vezes não significava algo bom e podia acabar em tragédia a qualquer momento. Por isso hoje contaremos a história dos ciclistas que acabaram entrando nesse jogo sujo. Infelizmente, a maior parte dos casos não há um porquê do assassinato, nem algo do tipo. Pablo simplesmente mandava apagar qualquer pessoas que não fizesse exatamente o que ele pedisse.

 

Gonzalo Marín

 

Um bom ciclista colombiano, chegou a competir para a equipe cuja qual Pablo patrocinou. Assassinado pouco tempo depois pelos capangas do Escobar.

 

Alfonso Perez

 

Ciclista que teve como uma de suas glórias a camisa por pontos no Tour da Polônia. Assassinado em 1992, a tiros, por homens de Pablo.

 

Armando Aristizabal

 

Correu pela equipe Café Colombia, chegou a competir na Europa. Encontrado morto pelas cercanias de Medellín com as mãos atadas e sinais de tortura.

 

Juan Carlos Castillo
 

Os traficantes de Pablo, gostavam de usar os ciclistas como ‘Mulas’, contra a vontade e através de ameaças a suas famílias. Juan Carlos acabou sendo preso no Aeroporto de Medellín com Cocaína. Logo foi solto, mas não demorou muito, foi assassinado.

 

Cochise Rodriguez


Um dos melhores corredores colombianos de seu tempo, com 2 vitórias de etapa no Giro, um dos primeiros colombianos a competir o Tour e companheiro de equipe do italiano Felice Gimondi.

 

Seu chefe, Murillo Pardo, fazia parte do esquema de Escobar. Cochise foi assasinado em 1986 pelo Cartel.

 

Vale lembrar também alguns outros causos, que não envolveram necessariamente o Patron. Mas sim outros grupos colombianos como por exemplo as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e o Exército de Liberação Nacional (ELN)

 

Victor Hugo Peña


Em 2003, semanas antes de ser o primeiro Colombiano a usar a Camisa Amarela do Tour de France, correndo pela equipe US Postal, a mesma do Lance, teve sua casa roubada e lhe levaram o passaporte. Victor teve que correr o Tour daquele ano, ilegalmente com visto para Turista. Foi um dos gregários de Lance Armstrong em sua quinta conquista da maior prova de ciclismo do mundo.

 

Foram registrados também sequestros a Lucho Herrera e Oliverio Rincon durante o ano de 2000.

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