Lauro Chaman comemora bom começo de temporada e revela ansiedade para Tóquio 2020

 

Bronze no Campeonato Mundial de Pista, paraciclista da seleção brasileira comenta sobre a preparação para o ano pré-olímpico

 

Bronze no Campeonato Mundial de Pista – disputado no início deste mês, na Holanda –, o paraciclista Lauro Chaman quer aproveitar o bom início de temporada para confirmar vaga nos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020.

 

Em contato com o GloboEsporte.com, Chaman comentou sobre o retorno para a equipe Memorial Santos, a expectativa para a Paralimpíada e sua paixão pelo ciclismo.

 

– Tivemos um bom início de temporada. Temos treinado bastante e fizemos um bom Campeonato Mundial. Fiquei muito feliz com o resultado. Tenho que agradecer todos meus companheiros e comissão técnica – disse Lauro Chaman, terceiro colocado na prova de Omniun, do último Mundial.

 

Após passar dois anos em São José dos Campos, o ciclista falou sobre a oportunidade de voltar para a Cidade de Santos onde conquistou seu espaço no ciclismo.

 

– Foi onde tudo começou, o início do sonho. Aqui comecei a me destacar nos cenários nacional e internacional. Sou muito grato por tudo que a cidade me proporcionou. Estou muito feliz aqui, tenho amigos que são como uma família – ressaltou.

 

Nos Jogos do Rio 2016, Chaman foi o primeiro atleta brasileiro de ciclismo a conquistar uma medalha. Ele faturou o bronze no contrarrelógio e uma prata na estrada. Com pouco mais de um ano para a chegada da Paralimpíada, o ciclista revela ansiedade para o início do torneio no Japão.

 

– Cada ano que passa a expectativa aumenta. Tenho que continuar treinando cada vez mais para evoluir o máximo e chegar muito bem em Tóquio e, quem sabe, conquistar uma medalha de ouro para o Brasil – afirmou.

 

Após a conquista do bronze na Holanda, Chaman terá pela frente o Campeonato Mundial de Estrada, etapas da Copa do Mundo e os Jogos Parapan-Americanos de 2019, em Lima, no Peru.

 

Paixão antiga

 

O ciclismo entrou cedo na vida de Lauro Chaman. O paratleta, que possui uma atrofia na panturrilha, é apaixonado pelo esporte e faz uso da modalidade em várias situações.

 

– O ciclismo sempre foi uma paixão. Sempre usei a bicicleta como um meio de transporte, faz parte do meu dia a dia. Ando de bicicleta diariamente, não tem um dia que eu não pedale. Fui ganhando gosto pelo esporte. Só tenho que agradecer ao ciclismo – concluiu o atleta, que perdeu os movimentos no tornozelo após passar por cirurgia de correção no pé esquerdo.

 

*Colaborou sob supervisão de Antonio Marcos

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