6 mulheres para te inspirar a superar os limites no esporte

 

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, queremos honrar algumas mulheres que avançaram e desafiaram o mundo outdoor por meio de sua liderança, inovação e proezas esportivas. A lista que se segue está longe de ser abrangente, e é, obviamente, subjetiva, mas é com certeza um gás de inspiração para todos nós, mulheres e homens.

 

Lynn Hill

 

Lynn Hill é uma uma figura simbólica para escaladores do mundo todo e ídolo máximo para as meninas que, aos poucos, entraram no esporte. Em 1993, ela se tornou a primeira pessoa – entre homens e mulheres – a escalar em livre (sem o auxílio de cordas ou equipamentos em nenhum momento, exceto para proteção em caso de queda) o paredão The Nose, no El Capitan, no Parque Nacional do Yosemite, na Califórnia. No ano seguinte, concluiu a via novamente, em menos de um dia – fato até hoje repetido apenas por Tommy Caldwell.

 

Maya Gabeira

 

Em 2013, Maya Gabeira quase perdeu a vida em Nazaré, Portugal. A surfista de ondas grande foi engolida por uma espuma gigante e ficou presa na rebentação, tomando algumas ondas na cabeça. O acidente foi encarado de frente por Maya, que passou a residir em Portugal metade do ano – toda a temporada de ondas grandes – e vinha se dedicando com afinco às ondulações em Nazaré. Cinco anos depois do incidente, Maya surfou uma onda de 20,72 metros desde a crista até ao topo. Sua conquista estabeleceu um novo recorde mundial.

 

Lhakpa Sherpa

 

Em 16 de maio de 2018, Lhakpa Sherpa alcançou o cume do Monte Everest pela nona vez, quebrando o recorde – seu próprio recorde – para os picos mais altos do mundo por uma mulher. Lhakpa Sherpa é uma mãe solteira que trabalha lavando pratos em um Whole Foods em Connecticut. A próxima mulher perto de quebrar o recorde é a americana Melissa Arnot Reid, que escalou o Everest seis vezes e é uma atleta profissional.

 

Rebecca Rusch

 

Seria fácil rotular Rebecca Rusch simplesmente como “mountain biker”. Ela é sete vezes campeã mundial, é campeã mundial de MTB 24 horas e dona de diversos recordes no ciclismo de longa distâncias. Rebecca é conhecida como Queen of Pain (ou Rainha da Dor). E se não bastante o mountain bike, ela também já venceu campeonatos em esqui cross-country, trail run, rafting e corridas de aventura. Aos 48 anos, Rebecca continua com tudo. Até hoje ela vende vence homens com metade da sua idade. “Todos esses caras vão sair apressados [em corridas de endurance no ciclismo], e horas depois eu os alcanço”, ela disse a Outside USA. “Eles sempre perguntam: ‘Por que você começa tão devagar?’ E eu respondo: ‘Por que você termina tão devagar?’ “.

 
Jaqueline Mourão

 

Aos 42 anos de idade, Jaqueline conquistou o Campeonato Brasileiro de Mountain Bike 2018 (organizado pela CBC) na categoria elite, em São Paulo. A atleta competiu contra atletas da nova geração e mostrou que esse esporte está no sangue. Assim como Rebecca Rusch, Jaqueline mostra talento em outros esportes, e se dedicou na última década aos esportes de neve, como o esqui cross-country e o biathlon. Em 2012, ela se tornou a primeira brasileira na história a disputar um mundial de biathlon.

 

Os feitos da Jaque são longos: tornou-se a primeira e única brasileira a disputar uma prova de Mountain Bike Olímpica (Atenas 2004), a primeira e única brasileira a disputar os Jogos Olímpicos de Verão e Inverno (Torino 2006), e a única atleta brasileira a disputar duas versões distintas dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno (Pequim 2008 e Vancouver 2010). E ela não para, quer sempre mais!

 

Letícia Bufoni

 

Letícia Bufoni é maior nome da história do skate mundial feminino. A jovem, hoje com 25 anos, foi para Los Angeles aos 14 anos viver seu sonho e conquistar o mundo com o skate. Ela acumula atualmente sete medalhas do X Games, a maior competição de esportes radicais do mundo. Letícia é uma grande aposta de ouro do Brasil para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. A importância de Letícia no skate vai além dos campeonatos. Ela se tornou uma imagem e influência no skate feminino. Letícia também quebrou estereótipos de que meninas que andam de skate devem usar roupas largas e masculinas para se inserirem neste universo. O skate vai além do estilo de roupa e é livre.

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MISSÃO

- Promover a integração humana e o respeito à natureza, por intermédio de atividades ciclísticas.

 

- Promover o bem estar físico e mental e otimizar a qualidade de vida dos integrantes, em atividades esportivas semanais.

 

- Criar um ambiente de descontração, lazer e amizade entre os integrantes e suas respectivas famílias, garantindo liberdade de expressão.

 

- Fomentar o senso de responsabilidade social, agindo ativamente na busca da inclusão social e da cidadania plena.

VISÃO

Praticar atividades ciclísticas com o fim de colaborar para a construção de uma sociedade justa e igualitária, com respeito e preservação do planeta, reconhecendo os benefícios da prática do ciclismo, valorizando o esporte, participando ativamente de eventos esportivos e atividades de lazer e buscando o bem estar físico e mental de seus integrantes.

 

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