Bicicleta pede passagem na cidade do futuro

 

Na era da tecnologia, o transporte movido à eletricidade vai dominar a cena. Ele resolve a questão da poluição sonora e de CO2, mas é preciso pensar também os espaços congestionados de automóveis. Compartilhamento de bicicletas será uma das alternativas, ao lado do Uber de motocicleta.

 

Iniciativas como o Velib, primeiro grande sistema público de compartilhamento de bicicletas, lançado em Paris em 2007, é um sucesso. Surpreendendo qualquer expectativa, foram atraídos 20 milhões de usuários em seu primeiro ano. O compartilhamento de bicicletas está se espalhando velozmente pelo mundo.

 

As bicicletas pouco mudaram desde que a máquina se tornou popular há 200 anos, mas a adoção de e-bikes está crescendo na Holanda, com uma elétrica em cada três bicicletas vendidas. A próxima etapa é reduzir o tamanho das baterias atualmente desajeitadas. É que o peso dessas e-bikes é a barreira número um no momento, por causa da dificuldade de elevá-las em um bicicletário. Mas, a cada ano elas estão ficando mais leves.

 

Considerado o País das bicicletas, atualmente 27% de todas as viagens na Holanda são de bicicleta, e os cidadãos holandeses percorrem uma média de 1.000 km (600 milhas) por ano. O governo holandês quer agora aumentar em 20% o número de quilômetros percorridos por pessoa nos próximos 10 anos. Para ajudar, está investindo dinheiro na criação de mais 40.000 vagas de estacionamento para bicicletas, além de construir mais infraestrutura e desenvolver um sistema que alertará futuros carros autônomos para a presença de ciclistas.

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