IV Rally do Velho Chico já está confirmado para o período de 1 à 5 de maio de 2019: IMPERDÍVEL!

 

Quem já estava com saudades dos dias maravilhosos que viveram durante a realização da terceira edição do Rally do Velho Chico, já pegue sua agenda e marque lá: IV Rally do Velho Chico já está confirmado e será realizado no período de 01 à 05 de maio de 2019! Vamos juntos fazer valer o lema que,  juntos, podemos fazer o Rio São Francisco melhor!

 

Esse ano de 2018, velejadores de 5 estados e ciclistas de 3 estados brasileiros concluíram a edição histórica do Rally do Velho Chico 3  anos. Mais do que conquistar um pódio, é superar seus próprios limites e concluir o desafio naútico e de ciclismo no Rio São Francisco, mais conhecido como rio da integração nacional.

 

A cidade de Niterói(SE) localidada nas margens do rio São Francisco, foi escolhida como ponto de chegada do Rally do Velho Chico e recebeu essa caravana vitoriosa, na tarde da segunda-feira 30 de abril.

 

O Presidente da Associação Brasileira da Classe Hobie Cat (ABCHC), Mario Roberto Arantes Dubeux, que mora no Rio Grande do Sul,  esse ano velejou um Hobie Cat 16 ao lado do filho Victor Moura Dubeux. Ele como representante máximo da Classe no País, fez  questão de participar velejando de todas edições, prestigiando, apoiando e nós do site www.acaoeaventura.com.br ,que cobrimos todos momentos do III Rally Velho Chico, parabenizamos essa louvável atitude, pois isso comprova a máxima da classe  Hobie Cat, reconhecida mundialmente, como um estilo de vida, onde o contato com a natureza e os benefícios da prática para a saúde são incríveis.

 

Se não bastasse a sua presença como presidente da classe Hobie Cat,  ele ainda deixou de celebrar, em casa, seu aniversário, para fazer a comemoração no proprio dia do seu natalício, ou seja, 01 de maio, no ultimo dia do Rally, junto da família Hobie Cat, abrilhantando ainda mais, o evento e fechando com chave de ouro a terceira edição do Rally do Velho Chico.

 

Vale ressaltar ainda, a extraordinária idéia dos organizadores de unir  mais de um esporte , ou seja, a vela e o ciclismo, em uma grande  confraternização em prol da preservação do rio São Francisco, deixando um verdadeiro legado: Viva o Velho Chico!

 

Navegar o São Francisco, sempre foi um sonho de boa parte dos velejadores brasileiros e a riqueza de detalhes da velejada durante o III Rally do Velho Chico,exposto aqui, atiça ainda mais esse sonho….Deixo desde já o aviso: 2019 tem mais….

 

“Fizemos a nossa estreia no Rally do Velho Chico e foi uma experiência memorável”, disseram os  velejadores Carlos Pires e Ricardo  Dubeux .Eles participaram à bordo do Hobie Cat 16  e afirmaram que viveram dias de muita velocidade, técnica e arrojadas manobras para completar todos os 150km pelo rio São Francisco.

 

“Imagine uma cidadezinha do século XVIII que mais parece um presépio iluminado, com capelas no alto dos morros, estação de trem, casas coloridas e um centro histórico com ruas de pedra onde, ao cair da noite, o povo se junta para dançar xaxado, à beira do Velho Chico. O cenário, que mais parece saído de um livro de Ariano Suassuna, pertence às singelas cidades que tivemos o prazer de pernoitar durante a rota batizada por nossa tripulação como: “Caminhos de São Francisco”. A jornada de quatro a cinco dias embalados por histórias de vaqueiros, cangaceiros e rendeiras, com paradas em 4 cidades de Sergipe e Alagoas, na outra margem do rio num percurso de cêrca de 150km foi só uma amostra dos cenários que envolvem o rio mais emblemático do país. Depois que nasce nas entranhas da Serra da Canastra, em Minas Gerais, o Velho Chico arrebata afluentes por quase três mil quilômetros até desaguar no Atlântico.Pelo caminho, conseguimos constatar que, suas águas irrigam plantações, garantem o abastecimento de cidades inteiras e seguem instigando o imaginário popular. Como estávamos em um catamaran chamado de Hobie Cat 16, que pode velejar com até 30cm de profundidade, tivemos condições de percorrer as margens do Rio São Francisco e perceber os mistérios que se revelam pelo percurso, acompanhando as curvas do rio, que, ora se escapa entre os gigantes paredões areníticos do Cânion, ora cruza vilas de artesãos e ilhas fluviais, transformando o Rally numa aventura repleta de aprendizado e emoções inesquecivéis”, ressalta o velejador Ricardo Dubeux.

 

A história do 3º Rally dos Velho Chico começou a ser escrita no dia 27 de abril de 2018, em Aracajú(SE), quando colocou os ciclistas no primeiro trecho, regado de muita emoção e aventura, contando com uma distancia de 110 quilômetros, entre a capital sergipana e a cidade de Neópolis(SE).

 

Depois da pedalada de 110 km os ciclistas se juntaram com os velejadores na cidade de Neópolis(SE), mais precisamente no Privê Rio Belo, no bairro de Betume, distante apenas 30km da foz do Rio São Francisco, onde tivemos um momento de concentração de atletas e familiares para a grande largada da integração dos 2 esportes, ou seja, o ciclismo e a vela, que celebrou o III Rally do Velho Chico.

 

Logo na primeira noite de pernoite “Em todas as 4 etapas, as previsões indicavam médias de velocidades ente médias e altas para cumprirmos. Foram bem dinâmicas e técnicas, com constantes trocas de velocidade. Isso exigiu 100% de concentração.

 

Ainda ressalto para o alto nível dos obstáculos durante o percurso dos ciclistas. Isso pediu atenção, pois se descuidássemos certamente ficaríamos pelo caminho”, declarou Marjorie Alves, organizadora e ciclista.

 

Os ciclistas enfrentaram a quarta e última etapa largando de manhã do município de Gararu(SE) em direção a cidade de Niterói (SE), e colocou como último desafio, um trecho de cêrca de 60 quilômetros (no total foram percorridos em torno de 280 quilômetros). O roteiro passou por propriedades particulares, com retas e ladeiras gigantescas.

 

“Em termos de velocidade, foi a ultima etapa,  uma das mais difíceis de todas. Tivemos ladeiras inesquecíveis com cerca de  2 quilômetros de subida, e as descidas com  médias de velocidade que variavam de 16 km/h para 50 km/h , e sempre neste ritmo”, falou o ciclista Hercélio Meneses.

 

Já na reta final do trajeto, os bikers precisaram conter os ímpetos diante de muitas pedras, erosões, setores com trial, lombas e travessias de riachos.

 

Os atletas retornaram para casa com um “algo a mais” na vida. Orgulhosos de terem participado do Rally do Velho Chico, os ciclistas e velejadores ,sabem que adquiriram novos aprendizados e mais técnicas de pilotagem e navegação.

 

“O Velho Chico foi uma aventura muito prazerosa . Extremamente exigente para o equipamento e para as capacidades técnicas de ciclistas e navegadores.Que com suas habilidades e perícias proporcionaram um belo espetáculo a todos que acompanharam a passagem dos Hobie Cat e das Bicicletas, vibrando quando conhecia os atletas:

 

O desgaste foi grande, perceptível em todos os participantes…O Rally do Velho Chico é feito por amantes e admiradores do estilo de vida Hobie Cat, onde procuramos, juntos, contribuir com o crescimento deste esporte tão fascinante, através da participação ativa durante todo percurso, sem esquecer, claro, do fator segurança com a presença de barco e carro de apoio, acompnhando os velejadores e ciclistas, respectivamente…

 

Com a realização de mais uma edição, estamos todos felizes. O cansaço acumula ao longo dos dias e você vai se superando. O Rally do Velho Chico era um sonho e já foi uma importante vitória alinhar os ciclistas e velejadores neste grid; chegar então… É uma baita conquista. Receber um abraço dos amigos na chegada de cada trecho do Rally , é algo inesquecível… Ano que vem tem mais! O Rally do Velho Chico não é uma experiência para ser vivida uma única vez”, encerrou Wilson Alves Neto, velejador , ciclista e organizador do grande evento.

 

 

Parabéns aos atletas, familiares, equipe de apoio terra e água e, em especial. a Marjorie e Wilson Alves, organizadores do III RALLY DO VELHO CHICO: “Dizer obrigado às vezes não é suficiente para agradecer a tão amável e gentis pessoas que nos momentos de nossas vidas, aqueles mais difíceis e nos mais felizes, nos estende a mão amiga e nos oferece amparo.

 

Estou agradecido a vocês e não sei neste instante como retribuir tanto carinho. Estou a disposição para quando precisarem, a qualquer momento e a qualquer hora.Aquele que dá mais do que sua obrigação. Os que mantêm a porta aberta sem olhar a quem entra. Quem na sua casa, ou na sua vida, recebe qualquer um, com dádivas do que tem de melhor, só pode ter um coração do tamanho do mundo.

 

Vocês me acolheram com todo o afeto, como se fosse um irmão de quem se tem muitas saudades. Fizeram de vossas famílias de ciclistas e velejadores, a minha também e me presentearam com um ambiente fraterno. Jamais poderei esquecer, refeições compartilhadas e deleitosas e feitas de coração. Um teto em comum, sorrisos e bons momentos.

 

Vou levar cada pessoa no meu coração e serei para sempre eternamente grato. Continuem com seus estimados valores, aqueles que eu aprendi enquanto tive a todos vocês por perto. Obrigado pela hospitalidade e por fazerem com que me sentisse sempre bem confortável. Minha casa será a vossa também, quando quiserem. Por todo o prazer que sinto, muito obrigado em meu nome, Ricardo Dubeux, e toda equipe do www.acaoeaventura.com.br”

 

Nossos sinceros agradecimentos aos nossos organizadores e parceiros:

 

Wilson Alves e Marjorie Alves
Max (Presidente dos Zuandeiros)
João de Deus
Omar
Nilson
Duílio e família Privê Rio Belo
Patrícia e familia Chega Mais
Rodrigo e Familia Paraíso
Jislan
Careca
Júnior
Huguinho
Karlinhos
Prefeitura de Gararu

 

Deus os abençoe e BONS VENTOS!

 

 

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